Você apresenta assimetria muscular na região do Peitoral Maior?

Quais os fatores que podem levar a ocorrência de uma assimetria muscular no peitoral maior?

Obviamente existem alguns fatores que podem levar a ocorrência de assimetria muscular no peitoral maior. Poderá ocorrer em virtude de um fator genético, ou seja mesma o aluno/cliente realizando um treinamento adequado e equilibrado para o peitoral maior, assim mesmo ainda é possível identificar que por exemplo o peitoral do lado direto é maior que esquerdo, ou vice versa. Outro fator que também pode levar esse cenário (assimetria muscular) poderá ser alguma lesão que o aluno/cliente venho a sofrer e com isso produziu um certo grau de assimetria em um determinado lado do peitoral maior. Ainda, a execução inadequada dos exercícios também poderá levar a um déficit no peitoral. Por exemplo, alguns alunos/cliente não conseguem ter consciência corporal suficiente e técnica para realizar de forma simétrica um supino ou até mesmo um voador. Assim, vem a produzir uma ação muscular mais intensa em um determinado lado do peitoral. Isto é mais raro, porém poderá ocorrer.

Por fim, ainda pode-se visualizar alguns alunos/clientes que apresentam forma diferentes do peitoral. Isso mesmo, por exemplo o lado direito do peitoral maior tem um formato mais arredondado e o outro mais quadrado.

Diante desses possíveis fatores que podem levar a assimetria muscular no peitoral maior, qual poderia ser a tomada de decisão do profissional?

Inicialmente, é importante que o profissional venha a identificar qual o fator causa que está levando a ocorrência dessa assimetria muscular. Caso identifique que esta ocorreu em virtude de um fator genético ou em virtude de uma lesão passada, a aplicação de trabalhos unilaterais poderá ser uma estratégia interessante. Ou seja, o aluno/cliente executa o exercício bilaterais da sessão de treino, como por exemplo, supino, crucifixo entre outros e após realiza um trabalho adicional de forma unilateral. Por exemplo, poderá realizar no crossover o exercício de adução unilateral do ombro.

Assim, caso a maior assimetria esteja na região medial do peitoral executar com a polia na altura do ombro seria interessante. Por outro lado, caso a assimetria esteja maior na região inferior do peitoral executar esse exercício realizando a adução levando o úmero em direção as costelas podem ser mais interessante. Por fim, caso a assimetria seja maior na região superior do peitoral executar o exercício com uma flexão do ombro na polia pode ser interessante.

No entanto, caso a assimetria seja por desenho e não por um déficit muscular a execução de trabalhos unilaterais, ou seja, adicionais para o lado do peitoral em que o aluno/cliente não está satisfeito, não irá surtir efeito. Pois, como sabemos o desenho do peitoral maior é genético, assim, é muito difícil conseguir através do treinamento produzir outro desenho do peitoral.

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