Para obter um valor confiável da espessura da dobra cutânea é necessário tomar cuidado no momento da leitura do adipômetro.

Quais um dos principais erros que ocorre durante a obtenção da medida da espessura das dobras cutâneas?

Muitos profissionais de educação física ou nutricionista (avaliador) que realizam em suas avaliações a coleta da espessura das dobras cutâneas para posterior estimativa do percentual de gordura via equação preditiva, cometem um erro muito comum. Ou seja, durante a coleta da espessura realizam a demarcação, manuseia o adipômetro, destacam/pinçando a dobra cutânea e posicionamento do adipômetro tudo de forma correta. No entanto, no momento de realizar a leitura do valor da espessura da dobra cutânea para conseguir visualizar melhor os relógios do adipômetro “torcem” o mesmo.

Com isso, o valor da espessura da dobra cutânea certamente irá se alterar, ocorrendo assim um erro no momento da obtenção deste valor. Diante disso, certamente o valor de estimativa do percentual do gordura deste aluno/cliente provavelmente terá um erro de estimativa maior do que teria se o procedimento tivesse sido seguida detalhadamente.

Qual seria o procedimento correto para obtenção de um valor confiável da espessura da dobra cutânea?

Realizado a demarcação correta, o avaliador deverá destacar/pinçar a dobra cutânea aproximadamente um centímetro acima da demarcação e logo abaixo na interseção das linhas deverá posicionar as mandíbulas do adipômetro. Em seguida, entre dois quatro segundo deverá realiza a leitura dos relógios do adipômetro. Um ponto importante a salientar é que o avaliador deverá primeiro visualizar o relógio menor e em seguida o maior.

Ainda para finalizar, após realizar a leitura dos relógios o avaliador deverá retirar o adipômetro, porém mantendo a dobra destaca/pinçado. Ou seja, somente deverá soltar a dobra cutânea depois de realizar a retirada do adipômetro.

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