Em qual circunstâncias é interessante realizar a avaliação morfológica de ambos os membros?

Na maioria das vezes o avaliador realizar a tomada de medidas somente do hemisfério direto. Na literatura não é possível identificar uma justificativa forte para essa estratégia, no entanto, alguns pesquisadores justificam que em virtude de algumas equações preditivas terem sido desenvolvidas com medidas coletadas a partir do hemisfério direto, se levou isso em consideração para padronizar o lado de medida. Essa l[lógica é utilizada tanto para medidas antropométricas, como também para a aplicação da ultrassonografia.

O Treino em FOCO entende que para indivíduos que realizam em seus dia a dia tarefas bilaterais a tomada de medida em qualquer dos hemisférios do corpo seria adequado. No entanto, para alguns indivíduos como por exemplo atletas de tênis, badminton, beisebol entre outros esporte que tem uma forte ação unilateral seria interessante realizar a tomada da medida em ambos os hemisférios, por exemplo para membros superiores e inferiores. Realizar a avaliação em ambos os membros é muito importante nessas circunstâncias, para verificar se ocorre e o grau de assimetria que o esporte possa estra gerando. Porém, não necessariamente necessita ser esportista para poder apresentar alguns graus de assimetria muscular. Algumas pessoas que em seu trabalho realizam movimentos repetitivos com um membros poderão apresentar uma assimetria muscular e assim uma avaliação de ambos os seguimentos passa a ser importante.

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O que o avaliador deverá analisar tanto na avaliação antropométrica e via ultrassom de ambos os lados?

Como já citado acima no texto, um primeiro ponto que deverá ser analisado é o grau de assimetria que está sendo gerado. Para isso, a avaliação antropométrica via medida do perímetro corporal já poderá ajudar. Porém, somente com a avaliação antropométrica não será possível identificar se essa assimetria está sendo gerada exatamente por um aumento da espessura muscular ou se isso está ocorrendo em virtude de uma acumulo maior de gordura subcutânea. Na maioria das vezes, certamente essa assimetria estará senso gerada em virtude de um aumento da espessura muscular. Portanto, a única forma de conseguir identificar esse ponto citado acima é através da utilização da avaliação via ultrassom.

Além disso, imaginando que essa assimetria muscular seja no seguimento braço, utilizando a avaliação via ultrassom é possível identificar se essa assimetria muscular está ocorrendo em maior magnitude no bíceps ou tríceps. Ou ainda, se o bíceps e tríceps do seguimento do mesmo lado apresenta grau similares de espessura de gordura subcutânea e também a densidade muscular. Obviamente, a espessura muscular será diferentes em virtude do tamanho e arquitetura muscular desses grupos musculares citados como exemplo.

Imaginando que a assimetria muscular esteja ocorrendo entre os membros superiores qual seria uma tomada de decisão coerente?

O Treino em FOCO entende, que diante dessa situação seria interessante realizar uma trabalho adicional para o membros superiores que está apresentando uma menor espessura muscular, maior espessura de gordura subcutânea e menor densidade muscular. Portanto, uma estratégia seria manter os exercícios bilaterais por exemplo para flexores e extensores do cotovelo, e atrelado a isso realizar mais séries ou exercícios para os flexores e extensores do cotovelo que estão com um déficit. Assim, esses trabalho deverá ser mantido até o momento em que se produza um equilibro dessas variáveis citadas entre os membros.

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Alunos, analisem a vídeo aula!!!