No dia 01/09 (dia do profissional de Educação Física) o professor João Moura entrevistou o presidente do CREF3/SC Irineu,  na II Jornada Catarinense de Educação Física, que ocorreu na UNISUL em Palhoça. O professor João realizou alguns questionamentos importantes sobre a atuação do CREF/3 no estado de Santa Catarina. A seguir no texto serão descritos alguns perguntas realizadas ao presidente.

Através da análise do CREF3/SC, o que se tem a comemorar no dia do profissional de Educação Física?

Pela visão do presidente Irineu Wolney Furtado, muitas coisas tem a se comemorar, pois os profissionais de Educação Física estão conseguindo ter uma melhor visão do CREF. Possivelmente, isso possa estar ocorrendo em virtude das ações que o conselho está tomando, como por exemplo, a promoção da descentralização dos serviços, isto é com a criação do CREF itinerante, levando o serviço do conselho a todas as regiões do estado e assim proporcionando um melhor atendimento aos profissionais de Educação Física. Outra melhora foi a oportunidade de maior autonomia as comissões internas do CREF, para que consiga realizar suas ações. Uma outra evolução do CREF3/SC foi a implementação de cursos buscando proporcionar a capacitação dos profissionais e também dos acadêmicos. Por exemplo, na II Jornada Catarinense de Educação Física proporcionou-se mais de 10 cursos totalmente gratuitos para os profissionais.

Porém, como todos nós sabemos a área da Educação Física “esbarra” em um grande problema que é a atuação de pessoas não formadas, ou seja, acadêmicos do curso de Educação Física ou muitas vezes pessoas que nem acadêmicos são oferecendo serviços de personal trainers.

Diante disso, qual a ação que o CREF3/SC está tomando para combater a pratica ilegal da profissão?

Segundo o presidente Irineu, o CREF3/SC vem atuando de forma enérgica para coibir a ação de acadêmicos ou outras pessoas que nem o curso de Educação Física realizam na prestação de serviço como personal trainer. Umas da atitudes do CREF3/SC para tentar fiscalizar de forma mais efetiva as pessoas que atuam em locais de prática de exercícios físicos é descentralizar a fiscalização. Ou seja, o CREF3/SC selecionou pessoas para atuarem como fiscais em diferentes regiões do estado. Dessa forma, nos dias atuais o CREF3/SC apresenta fiscais nas principais cidades, como Joinville, Lages, Chapecó e Florianópolis. Ainda, segundo o presidente Irineu, sabe-se que esse número de fiscais ainda é baixo, e que o ideal seria um fiscal do CREF para cada cidade. Entretanto, esse cenário ainda não é possível em virtude do alto custo.

Na atual gestão do CREF3/SC existe um colaborador que tem por função realizar o cronograma de visitas do fiscais aos estabelecimentos. Porém, em caso de denúncia, ocorrerá prioridade para visita dos fiscais aquele local que foi denunciado. Ou seja, a fiscalização não ocorrerá apenas em virtude da denúncia.

Porém, o CREF3/SC está criando algumas estratégias para aproximar os futuros profissionais de Educação Física, ou seja, os acadêmicos do conselho.

Qual a estratégia que o CREF3/SC vai implantar para aproximar o os acadêmicos de Educação Física do conselho?

Segundo o presidente Irineu o conselho está lançando o programa CREF jovem. Esse programa terá como principal objetivo proporcionar a aproximação do conselho ao acadêmicos. Com isso, os acadêmicos, poderão visualizar como funciona o conselho e também identificar quais os benefícios que ele (acadêmico) terá junto ao CREF. Assim, com o CREF jovem, o acadêmico conseguirá ter os mesmos benefícios que o profissional de Educação Física já tem.

Uma outra estratégia que o CREF3/SC está realizando, segundo o presidente Irineu é a criação uma nova política de anuidade para as pessoas jurídicas. Ou seja, essa nova estratégia buscará equalizar os gastos dos estabelecimentos. Pois anteriormente uma pequena academia, que possivelmente apresenta uma rende menor pagava o mesmo valor de anuidade que uma grande academia, que possivelmente tem uma renda maior em relação a menor acadêmica. Diante disso, a academia de menor porte apresentava um maior gasto em relação a maior. Com essa nova estratégia, buscará como já citado acima no texto equalizar essas anuidades. Portanto, a grande acadêmica terá um maior valor de anuidade, e a acadêmica menor um valor menor de anuidade. Um ponto importante a salientar é que o valor dessa anuidade será proporcional ao área da academia.

Seguidores, acompanhem a entrevista do professor João Moura com o presidente do CREF3/SC.