Tamanho Do Bíceps Braquial 2: A revolta dos clientes

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Texto produzido pelo prof. Dr. João Moura

    Por vezes acho que exagero em algumas questões, mas certos acontecimentos me mostram que não são tão “exageros” assim. Semana passada escrevi um texto para reflexão de todos: clientes de academia, marombeiros, acadêmicos de Educação Física, Educadores Físicos, etc. Este texto teve uma ótima repercussão porém alguns disseram que eu havia EXAGERADO. Pois bem, hoje assisti a um vídeo de um rapaz (Ander) marombeiro inteligente que percebe as contingências da academia e questiona nós profissionais de Educação Física e os “Donos” de Academias de Ginástica.

      Não sou o dono da verdade, e nem esse rapaz o é. Também não é porque sou doutor que tenho razão em tudo que falo, ou no que falo. Também não é porque o Ander apresenta mais de 50.000 fãs no facebook que ele é dono da verdade. Agora que precisamos (acadêmicos e profissionais) para e refletir sobre as questões colocadas, isto é certo que precisamos!

     Gostaria que assistissem ao vídeo a baixo e logo em seguida lessem o meu texto. Cada um faça a sua análise e reflexão e principalmente uma TOMADA DE ATITUDE. Aceito criticas, pois como disse, não sou dono da verdade. Busco levantar a bandeira de melhora dos serviços oferecidos por nós nas Academias pois concordo com muito do que o rapaz (Ander) fala no vídeo.

 

 

TEXTO: Em qual tamanho do bíceps braquial você acredita?

  Tenho aproveitado um pouco o meu tempo para analisar as informações que rolam na internet sobre exercício físico… sinceramente, são de desapontar, para não falar algo mais forte. Informações vazias do mais puro “achismo”. Conteúdo fraco mas que se propaga gerando um batalhão de pessoas acreditando em “crendices do treinamento” sem conhecer o real aspecto do treinamento físico e suas metodologias.

         Vídeos do youtube com 50.000 visualizações, ou bem mais que isso, simplesmente com imagem de execução dos exercícios (por muitas vezes erroneamente realizados) sem nenhum aspecto informativo ou didático-pedagógico. Páginas do facebook com pessoas e mais pessoas falando sobre suplementação e dieta desconhecendo totalmente os preceitos fisiológicos e bioquímicos que orientam tanto dietas quanto o uso de suplementos. Todos de “caras bonitas” é verdade, mas… com pouco conteúdo específico a divulgar. O mais grave é que muitas pessoas compartilham e seguem dietas, uso de suplementos, treinamentos como formas de receitas absolutas desconhecendo totalmente o princípio da individualidade biológica.

       A lógica é: “se o cara é grande e ele toma isso eu também vou tomar e vou ficar gigante”. “se o cara faz esse exercício e é um mutante… eu também vou fazer pois quero ficar mamute”. Desprezam completamente a avaliação pré-programa de exercícios físicos e copiam exercícios de agachamento com toneladas de pesos nas costas sem saber se são portadores de um desvio postural grave, se apresentam hérnia de disco, se têm espondilolistese ou qualquer outra patologia grave de coluna vertebral que, certamente, limitaria a execução de muitos exercícios, não por estes serem errados ou ruins, mas sim por serem inadequados a uma pessoa com severas limitações, por exemplo, de coluna vertebral.

Fiquei refletindo… no que isso vai dar?

     Quem é o culpado disso? A internet? Ou melhor vou reformular meu questionamento: existe um culpado por informações equivocadas sobre exercício físico serem constantemente divulgadas na rede mundial de computadores?

         Evidentemente, que não existem culpados ou “bodes expiatórios”. A internet é uma expressão do conceito de liberdade… cada um tem livre arbítrio de ler o que deseja ler e acreditar no que deseja acreditar, por isso existem as religiões (católicos, espiritas, evangélicos, luteranos, etc.). Porém, junto a essa efervescência de informações de “achômetro” e de “faça porque eu fiz e dá certo” poucos são os profissionais que buscam realizar um trabalho de informação séria e qualifica referente a questões do exercício físico, treinamento e nutrição. Mas estes ainda por vezes são taxados como sem credibilidade pois “meu… olha o tamanho do braço dele… é um frango… vai ensinar o que?”

        Fico pensando sobre o nosso corpo intelectual da Educação Física. Onde estão os nossos doutores? Onde está o poder de persuasão dos profissionais com estudo direcionado ao tema? Os dois anos de mestrado mais os quatro anos de doutorado não valem nada quando… o perímetro do braço é o que importa.

       O que nós profissionais de Educação Física e Nutrição podemos fazer? Onde estão meus colegas doutores? Sim, é muito mais cômodo sentar em um laboratório e ser doutrinado pela cartilha da Capes ou da CNPq produzir 20 ou 30 artigos por ano e ter uma produção exemplar. Porém digo e afirmo, as informações científicas não estão chegando a quem deveriam chegar… a sociedade. Ciência, no meu entendimento, de nada vale se ela não é feita para transformar, para causar evolução, ou seja, para chegar à sociedade e ter um poder transformador. Para mim, um currículo com enorme produção demonstra um conhecimento individual mas não um comprometimento social.

          Quantos de nós doutores da Educação Física estudamos em universidades públicas e, portanto, fomos sustentados por dinheiro do povo. Se o investimento (dinheiro) é do povo este deve ter o retorno do mesmo. Pelo que vi e vejo na internet, não estamos dando este retorno de forma eficiente… tamanhos de bíceps e abdomens “trincados” estão valendo muito mais que informações sérias e científicas. Mas posso esperar o que, se vamos ensinar as pessoas a realizarem um exercício abdominal e nós (educadores físicos) estamos “barrigudos”, vamos inspirar e orientar as pessoas a caminharem ou a correrem controlando o esforço pela frequência cardíaca mas nós mesmos não caminhamos e nem corremos pois não temos tempo para isso, ou seja, estamos no grupo de sedentários. Gordura corporal elevada gera colesterol, pode produzir diabetes, aumenta o estresse articular mas nós profissionais estamos com percentual de gordura de 27% (homens). Será que só palavras irão convencer a sociedade de nossa seriedade?

         “informações na internet? Eu produzi 100 artigos científicos sobre exercícios abdominais e estão disponíveis a todos na internet… é só entrar baixar o arquivo e ler”. Essa respostas poderia vir de um doutor em Educação Física, pois todos produzem e com alta qualidade científica. Não questiono a produção científica, certamente ela deve ocorrer e deve sim ser fomentada, mas vamos analisar. Amostra, critérios de exclusão, coeficiente de correlação, teste t de Student, ANOVA one way, quadrado latino, variáveis, etc. Quem vai traduzir estas informações a sociedade? Ou vamos esperar que as pessoas do senso comum leiam artigos científicos?

       A responsabilidade é do educador físico que esta no “front”, aquele que está na sala de musculação ou que atua como personal training. É responsabilidade desses profissionais de “traduzirem” as informações para os praticantes e “consumidores” de exercícios físicos. Será esse o caminho?

       Será que nossos alunos universitários (futuros profissionais) serão os responsabilizados? Ou os profissionais já atuantes no mercado de trabalho? Será que nossos acadêmicos estão comprometidos com as questões que coloquei anteriormente ao longo deste texto? Como pensar em comprometimento se a avaliação na maioria das universidades tem média 6,0? Como pensar em comprometimento quando alunos reprovados buscam “trabalhinhos” para melhorar a nota e passar na disciplina, independentemente de sentirem-se preparados ou não?

         A “culpa” agora é dos acadêmicos? Mas o que dizer de nós professores? Com que qualidade ministramos as aulas? Aliás, nós ministramos aulas elaboradas didaticamente com versatilidade de estratégias pedagógicas ou apenas palestramos em aula?

           Não sei se serei bem entendido neste texto, fato é que informações equivocadas e perigosas estão se perpetuando pelas redes sociais e sinto que muitas coisas podem piorar. Apontar culpados não é o caso… de pouco ajudará, o que devemos fazer é cada um de nós envolvidos com o exercício físico (acadêmicos e profissionais) trabalharmos muito e trabalharmos bem em prol de darmos a nossa contribuição para a sociedade.

           Polemizei?

 

Texto produzido pelo Prof. Dr. João Moura (CREF 07870-G/SC)

16 comments on “Tamanho Do Bíceps Braquial 2: A revolta dos clientes

  1. Concordo em muitas coisas com o cara do vídeo. Já treinei em diversas acadêmias, e foram poucas nas quais encontrei profissionais EDUCADORES de verdade, os quais faziam questão de explicar o porquê dos exercícios. Porém, na maioria, cansei de ver alunos fazendo, por exemplo, agachamento quase tocando os glúteos no calcanhar e o “educador” não dizer nada.
    Sou chato, pergunto qual músculo estou trabalhando, o tempo de recuperação, a velocidade de execução e os ângulos adequados dos membros na execução. Mas sei que se eu não perguntar eles não dizem nada. O que eu vejo de postura errada… Tem “educador” que está mais preocupado em paquerar do que trabalhar.

    • O descaso com os alunos e com a própria profissão é generalizado.
      A muito tempo não deixo que façam minhas fichas de treino na própria academia, principalmente porque os professores e (i)responsáveis pelo ginásio não sabem nada sobre mim ou sobre minha condição física. Tenho estudado, me consultado com médicos e profissionais adequados de educação física e sinceramente, recomendo a todos que façam o mesmo, não porque eu fiz e deu certo, mas porque quando se trata de saúde e do seu corpo de forma geral, não vale a pena se basear no achismo das academias.
      Mais um detalhe, não tenho gastos tão altos quanto parece.. Penso que se você tem disposição e dinheiro p/ gastar em um pote de whey de 150,00RS (QUE VAI DURAR ALGUMAS SEMANAS), pode muito bem investir em uma instrução adequada e ter resultados que vão se estender durante toda sua vida de treinos..
      Hugs!

  2. Concordo com o cara do video nos aspectos dele chamar a atenção e dar um “chaqualhão” em nós profissionais de uma forma geral, pois vejo muitos profissionais que esquecem msm de seus papéis dentro da academia. Sou graduando em Educação Física e acredito que o vídeo dele esteja mais focado em reivindicar e exigir uma melhora na qualidade das academias principalmente nas “de bairro ou mais baratas”.
    Porem, segundo o sujeito, eu em particular teria poucas chances de ser um bom profissional, pois tenho apenas 61 kgf. Sempre pratiquei atividades físicas e me alimentei de forma equilibrada, nunca fui de me suplementar ou tomar certos “venenos” e meu objetivo a 10 anos sempre foi de ter uma vida mais saudavel e é ISSO que na minha humilde opinião falta para esse grupo de “marombeiros” que vem crescendo influenciados pelas MIDIAS e opiniões populares (falso achismo).
    É necessario ser um monster para ter respeito?
    Se for, acho que precisarei tomar alguns hormonios extras pra ganhar “respeito em curto prazo”.

  3. Após conhecer o site e o canal do youtube, bem como assistir aos vídeos e absorver os conceitos de braço de alavanca e a parte mais “científica” relacionada aos exercícios, passei a questionar várias das instruções passadas pelos “instrutores” da academia. Divulgo para todos os conhecidos o canal, pois facilmente percebe-se o nível elevado de conhecimento científico do profissional que está a frente do mesmo, além, é claro, da abordagem prática e qualidade do material passado e da disposição do aluno que sempre está disposto a executar as repetições nos vídeos para demonstração.

    Após anos de academia sem resultados, abandonei os treinos passados pelos instrutores e comecei a pesquisar arduamente os exercícios que melhor atuam em cada grupo muscular e o melhor meio de evoluir na execução. Em pouco tempo percebi que já não sentia mais as dores que sentia antes… além da evolução notória da qualidade de vida e da melhoria na estética corporal.

    Eu conheço meu dia-a-dia, meu potencial para ganhar músculo e massa, minha disposição para a dieta e etc… meus antigos instrutores nunca se interessaram em delimitar um treino voltado para minhas necessidades. Por mais de uma vez parei de treinar e, quando voltava, percebia que recebia o mesmo “treino padrão iniciante”, não importando se eu voltasse com certas dores, contusões ou outras características mais específicas.

    Não sou profissional de educação física e sei que criar meu próprio treino não é a atitude mais indicada. Ficar, no entanto, na dependência de um profissional que não oferece conhecimento ou disposição para me ajudar é ainda pior. Sirvo-me, pois, do estudo, da análise do material do Treino em Foco e do conhecimento do meu próprio corpo para adotar um treinamento adequado e limitado à minha especificidade.

    No que depender de mim, a caixa de sugestões da academia vai viver lotada… sempre requisitando mais atenção por parte dos instrutores.

    Parabéns pela disposição.. um abraço.

    • Pedro, gostaria que a realidade fosse bem diferente e em proll de um trabalho qualificado que todos nós do TreinoemFOCO militamos. Obrigado por tua exposição e participação.

      em todas as aulas que eu e colegas trabalhos a questão da individualidade do treinamento é sempre colocada. Continuamos lutando por um trabalho eficiente, seguro e de qualidade.

      Forte abraço e bons treinos.

  4. Olá, João!

    Encontrei por um acaso seus vídeos no YT, e conheci seu site por meio deles! Excelente trabalho, o seu!

    Sobre o que vc escreveu, compartilharei meu caso em particular:

    O que vi em todas as academias que passei até hoje, das mais baratas até as mais caras, é a mais pura negligência com os alunos e a mais completa falta de conhecimento dos “professores” sobre a própria área de atuação.

    É treino que é passado de qq jeito, é informação que nunca bate uma com a outra, uma barbaridade total, considerando que se está lidando com a saúde e com o bolso alheios.

    Fora isso, a imaturidade e infantilidade impera entre os supostos “profissionais”, já que para a grande maioria nessa área a profissão “morre” mal o indivíduo entra pelos 30, e só se encontram rostos jovens e de baixo custo nas academias.

    Eu vim para a internet atrás de montar meu próprio treino para me livrar disso tudo de uma vez, e foi a melhor coisa que fiz até hoje. Qdo pago academia, atualmente, eu pago exclusivamente pelo uso dos aparelhos, nada mais.

    Esse pessoal sempre fica P*** qdo sabem por meio de 3os que eu mesmo monto meus treinos, alegando que “treino é algo estudado”, e muitas ladainhas mais, qdo o máx que eles fazem é dar um roteiro de exercícios do nada e sem dizer absolutamente nada mais.

    No entanto, é o tal negócio:

    A pesquisa na internet nos mostra exatamente os músculos que estamos treinando, as formas corretas de execução, a frequência de treino e os resultados a serem obtidos, entre outros tantos detalhes que jamais saberíamos se dependêssemos exclusivamente dessa criançada que desconhece a responsabilidade que tem por trás de seu título de formação.

    A propósito, agradeço à Deus todo santo dia por existir a internet, pois só assim podemos nos livrar de tudo isso de uma vez, e fazer as coisas realmente corretas e eficazes como realmente são.

    Por fim, parabéns mesmo pela sua iniciativa! É um excelente meio de reconhecimento profissional e empreendorismo, muito bom mesmo!

    Vlw, abração!

    • Maurício,

      Sei que o texto esta corretíssimo. Hoje são poucos profissionais que realmente entendem suas obrigações e responsabilidades… sem falar que muitas academias sobrevivem a custas de estagiários que pouco sabem. Eu como educador físico e professor universitário fico envergonhado mas procuro fazer o melhor possível o meu papel com educador universitário, por isso do site desenvolvido.

      Gostaria de te pedir permissão para utilização do teu texto nas nossas mídias do treinoemFOCO pois gostaria de usar seu texto par contextualizar determinadas questões da atuação profissional em academias.
      Vou te enviar também um e-mail fazendo esta solicitação.

      Obrigado por teu depoimento..

      Forte abraço e bons treinos, precisando de algo estamos a disposição na medida do nosso tempo.

      João Moura

  5. eh fato, porem fica dificil revirar toda net em busca de conselhos mais acertados,são raros instrutores capazes de opinar e afirmar quando o caso eh mais especial ou precisa de um resultado especifico(ou seja questão de dimdim) eu mesmo abandonei academia por conta de n ter respostas e treino em casa a 2 anos, e preciso de informaçoes sobre musculaçao em um nivel mais “pesado” p portadores de artrite reumatoide mais especificamente: espondilite anquiosante. alguem pode me dar a dica?

    • Jerson,

      De uma forma geral o trabalho isométrico no maquinário é mais indicado, principalmente em ângulos ariticulares que o praticante não apresente dor. Porém, para uma informação mais consistente (sem dar “dicas”) que é o que tu precisas, é necessário ou diagnóstico preciso da artrite reumatóide: que região? que articulação? a dor é muito intensa? existe um fator conhecido que gerou o início da patologia? Somente com diagnóstico preciso é possível um posicionamento mais específico a respeito.

      Obrigado pela participação

      • agradeço a resposta, pois eh delas que preciso:
        tenho o diagnostico documentado; sei qual é a regiao e as articulaçoes; e a dor conheço como poucos; o fator q gerou a patologia é genetico e o stress pode ter sido o gatilho. tenho prescriçao medica p atividades fisicas e faço a anos. procuro informaçoes se posso praticar musculaçao em um nivel mais avançado p colher resultados superiores. quem puder ajudar fica meu email; [email protected]

  6. Pois é amigo, é o conhecimento popular que predomina!
    Em algumas coisas eu concordo com o sujeito do vídeo, exemplo: há muito descaso nas academias (talvez seja um problema na formação???).
    Seu texto não está polêmico, bem pelo contrário, está crítico e que servirá para abrir os olhos de muitos professores que fazem cursos e não aplicam seus conhecimentos. Mais um fato que concordo com o sujeito do vídeo é que, muitos conhecem mas não sabem, pq? Pq conhecer sobre algo não significa SABER sobre o algo!
    Porém, dá para perceber deste sujeito que ele conhece algo sobre a área, mas não sabe sobre ela. Ou seja, quando há muita repetição no discurso do que é CERTO/ERRADO (tecnicista) e não do que é ADEQUADO/INADEQUADO percebe-se que não há a aplicabilidade dos conhecimentos (saberes), o sujeito é mais um dos repassadores de informação (papagaio).
    Quanto as informações na internet (textos e artigos), nós acadêmicos escrevemos para nossos semelhantes. Por tanto, fica uma linguagem estranha a população. Enquanto isso, textos superficiais feito por leigos soam de maior agrado aos ignorantes.
    Quando um sujeito, como este do vídeo, nos denomina de EDUCADORES FÍSICOS abre debate para confirmarmos que ele desconhece da área. Pois somos PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA, assim como rege a LEI que nos regulamenta e, nenhum, nenhum, nenhum texto legal nos denomina como educadores físicos (ou seria adestradores humanos????).
    Um fato interessante que este “papagaio” falou foi que o profissional na academia deve “ENSINAR e manter o ensinamento”. Percebo neste momento que a divisão entre licenciatura e bacharel em EF foi percebida por um leigo, mesmo que sem ter um aprofundamento. Ora, onde há, em que LEI separa a EF nessas duas partes? A LEI maior da EF não faz isso!!! Quem a faz é uma simples RESOLUÇÃO, algo inferior a uma lei (de acordo com a constituição nacional). Infelizmente as IES separaram e por um descuido, ou ignorância, formam bacharéis sem DIDÁTICA e sem conhecimento humano e social dos seus alunos e, licenciados sem profundo conhecimento científico sobre questões biológicas dos seus alunos.

    Parabéns pelo seu texto e site!
    Debates sempre são bons e necessários!!!
    Forte Abço

    • Leandro Ferraz,

      De aluno de academia (cliente) e acadêmico para debatedor de assuntos via internet heheheh. Cara que ótimo que teve tua participação e exposição de pensamentos enquanto profissional da área. precisamos de debates mas também precisamos de ação em prol de uma postura profissional digna. Muito obrigado por tua participação e vamos buscar uma Educação Física melhor.

      Grande e forte abraço.

  7. Quem afirma que o texto produzido pela Doutor e Professor João é “Exagerado”, por favor, vá rever seus conceitos. Este artigo além de expor verdades (e também um certo desabafo) mostra uma triste realidade. Uma realidade que, espero eu, se torne logo passado.
    Minha nossa! Como fiquei impressionado com este vídeo! A capacidade de alguém se contradizer e defecar tanto pela boca ao mesmo tempo, realmente impressionante.
    Mas o desabafo do “Maromba” é verdadeiro, é simples reflexo de um sistema falho. Um sistema falho que tem que mudar, pelo bem de todos nós. Sejamos profissionais, acadêmicos, clientes, alunos ou marombeiros.

    Meus parabéns e um forte abraço.

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  9. Gostei muito do artigo, e concordo plenamente!! ja vi vários videos de marombeiros fazendo rosca direta na internet e se mexendo que nem uma minhoca e a coluna toda torta

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