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6 Comments

  1. 5

    Diogo Martins

    Minha cidade não oferece o curso presencial de Educação Física licenciatura nem EF bacharel, sendo assim tenho que viajar quase duas horas para ir e quase duas horas para voltar a minha cidade; é cansativo, mas a minha força de vontade de querer ser um profissional sério e diferenciado me leva a passar por cima do cansaço. Estou agora no 2º período de EF licenciatura da Faculdade de Educação e Meio Ambiente (FAEMA) de Ariquemes – RO, e busco desde já obter o máximo de conhecimento possível.

    Desde quando conheci o Treino em Foco venho aperfeiçoando meus conhecimentos sobre a EF, e não penso em parar de buscar conhecer. Assim como escreveu Augusto Cury “Bem-aventurados os que se alimentam do cardápio da dúvida, porque deles é o reino dos novos conhecimentos”.
    Com a ajuda do TEF, das diversas fontes e do meu empirismo poderei alcançar esse aperfeiçoamento cognitivo e estar sempre a par do desenvolvimento de novos trabalhos.

    Mesmo que o que eu aprendi até agora pareça muito superficial, lendo a opinião do excelente Prof. Dr. João Moura, me parece bem evidente que o espaço temporal de 4 anos não é suficiente para adquirir uma formação que atenda a demanda profissional hoje solicitada.

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  2. 4

    Paulo Luiz

    Pro: João também concordo com seu ponto de vista, a grade curricular do profissional de Educação Física esta deixando muito a desejar, se repensarmos a profissão é muita informação pra quatro anos sem contar com a carga horária das disciplinas que muitas vezes não é aproveitável o suficiente.

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    1. 4.1

      Jefferson Sousa

      Perfeita observação Paulo.

      Este é um dos motivos do ponto de vista do TEF defender a divisão da grade. Por ser uma área de intervenção holística, temos muitas áreas de atuação e muito conteúdo a ser aprendido. Nos 4 anos de graduação não conseguimos ter se quer “pinceladas” básicas nas principais disciplinas, quem dirá para uma formação mais completa.

      Claro que a pós-graduação em área específica se torna de grande valia, mas a quantidade de egressos da graduação que logo buscam uma especialização é muito pequena.

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  3. 3

    Emerson

    Prof°, eu concordo com o seu ponto de vista, tem muitas disciplinas que são carentes na grade horária do curso de Ed.Física. Na minha grade horaria, por exemplo, só foi fornecido um semestre de Anatomia, não tem Biomecânica, um semestre de Bioquímica junto com Fisiologia.
    As Universidades tem que entender as necessidades de formação do Acadêmico como futuro Profissional.Mas ainda sim, no meu ponto de vista, bacharelados e licenciatura deveriam dividir os mesmos campos de atuação, já que nossa área vem sendo invadida por profissionais que tem certas disciplinas que a Educação Física.Então para mim a questão é ‘”Por que esses profissionais podem invadir nosso campo de trabalho (mesmo este sendo capacitado) e o formado em licenciatura não ?Uma vez que a grade horaria contém as disciplinas de Biomecânica, fisiologia do exercício, anatomia e outras”

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  4. 2

    joao

    Caro colega , concordo com vc e vou mais a fundo, a grande necessidade de conhecimento e de aumento de público com diversas patologias hoje é evidente , principalmente frequentadores de centros de saúde , academias e afins. Sou Fisioterapeuta , trabalho com exercício resistido , sou pós graduado em musculação e vejo que a necessidade de se ter um profissional fisioterapeuta bem preparado , é claro , nestes centros ou academias é de vital importância e já deveria ser obrigatório.

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  5. 1

    Diogo Araujo

    O problema, no meu ponto de vista, não é a separação das áreas de formação que é muito importante, e sim como esta separação na prática só serviu para criar mais um curso.
    Tenho colegas formados em licenciatura que não fizeram as disciplinas de cinesiologia nem treinamento esportivo e nem mesmo musculação, e hoje trabalham nas academias dando aula de musculação. Não estou menosprezando meus amigos licenciados, mas quando se assumi uma responsabilidade sem ter sido preparado para ela você será um profissional medíocre e infelizmente hoje a área de Educação Física está cheia destes “profissionais”.
    E provavelmente existem Bacharelados que trabalhando em escolas, apesar de não ser uma situação muito comum pois o MEC é mais rigoroso que o CREF/CONFEF que “no meu estado pelo menos” é simbólico e só quer receber as anuidades dos licenciados e bacharelados, e não faz nada para regular este tipo de situação.

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