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32 Comments

  1. 18

    Hercules

    Muitissimo bem observados os pontos abordados em seu texto… Eu treino a alguns anos e fico abismado também com o despreparo de alguns “profissionais” que deveriam no minimo ter a obrigação de ensinar corretamente dentro das academias… Se hoje eu treino de uma maneira correta ou o mais proximo possivel disso…é graças a videos e aulas sérias como as do teu canal e outros que acompanho…
    Parabéns !

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    1. 18.1

      Kayus Silva

      Muito obrigado Hércules, nosso principal objetivo, é ajudar nossos seguidores da melhor forma possível, continue acompanhando nossos vídeos educacionais.
      Grande abraço

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  2. 17

    JONATHAN MACIEL B. FERNANDES

    Gostaria de parabenizar o professor João Moura e toda a equipe. Seria muito bom se tivéssemos mais profissionais deste nível em escolas e academias do país, profissionais que não apenas pensem em se marombar, mas que procurem passar orientacões e treinos de forma didática e clara. Achei excelente a colocacão sobre o melhor treino para cada indivíduo, pois sabemos que cada ser humano tem sua constituicão física própria, não podemos apenas classificá-los em franguinhos ou marombados. Parabenizo também pela preocupacão em evitar traumas ou acentuá-los na execucão dos diversos exercícios, conforme podemos constatar nos diversos vídeos. Assim, está se levando a sério a saúde da populacão, porque profissionais que só fazem o curso de ed. física porque gostam de esporte e não gostam de estudar não acrescentam muito. Espero que os conteúdos deste canal sejam vistos cada dia por mais pessoas. Sucesso!

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    1. 17.1

      Ricardo de Amorim

      Obrigado por suas colocações Jonathan!

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  3. 16

    joao ricardo

    Como sempre, excelente texto, parabens a toda equipe, TREINO EM FOCO.
    Vi alguns comentarios, que concordei, e outros que descordei, mais um comentario em si, me chamou atencao, que foi o do RONY.
    Claro que respeitando a opiniao dele e de todos aqui, eu nao concordo com ele, pois qualificacao de um profissional da educacao fisica, nao se limita a pessoa magra ou gorda, pois conheco profissionais da area, que sao magros e alguns acima do peso (gordinhos), e que sao grandes profissionais. E claro que, um aluno ao chegar na academia, ao ver um professor com um shape bacana, ira se espelhar em tal, e provavelmente querer orientacoes, porem muitas vezes nao quer dizer que ele tenha qualificacao suficiente na area nao so de musculacao mais como, Nutricional, patologica, fisiologica e etc.
    Sim, eu sou academico, na area da educacao fisica, ultimo ano, ja fiz curso na FEPAM, ha algum tempo, por isso dei minha opiniao, questinando a do RONY, (com todo respeito).
    Um exemplo que dou, e o EXCELENTE PROF JOAO MOURA E JEFFERSON, que tem o biotipo magro, e poderiam facilmente atende=lo.

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  4. 15

    João Victor

    Gradei bastante do texto.
    Vários profissionais e acadêmicos no universo da Educação Física entram na ideia que é uma área fácil, não requer muito esforço, alguns possuem uma mínima noção de músculos trabalhos em determinado exercício, da quantidade de série com repetições adequadas visando o trabalho a ser executado.

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    1. 15.1

      Ricardo de Amorim

      Muitos possuem essa visão João Victor.

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  5. 14

    Joao

    Pela minha experiência de vida o aluno que não estuda sempre culpa o professor. E é INCONTESTÁVEL o fato de que média 6,0 não forma bons profissionais.

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  6. 13

    Raphael Lau

    Parabéns Professor João! Seu ponto de vista foi muito bem apontado, pois vemos diversos profissionais e futuros profissionais que em vez de estudar e aprender, acabam por apenas decorarem para a prova e no dia seguinte já esqueceram de tudo. Creio que é do papel do professor orientar aos alunos sobre os problemas que a utilização empírica da internet pode acarretar a pessoas desinformadas.

    Parabéns pelo site!

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  7. 12

    Rodrigo

    Os próprios professores hoje, exigem muita teoria, exigem muito estudo teórico e realmente falta a pratica, se baseiam em estudos mal elaborados com um grupo de controle pequeno a ponto de ser ridiculo, se julgam os donos da verdade e baseiam seus conhecimentos em livros, quando do outro lado existem “Profissionais e Atletas” que dedicaram 30,40 anos de suas vidas 100% Na pratica. Como os caras do fisiculturismo.
    Mesmo como aluno, acredito muito mais na VERDADE de um cara que aprendeu na PRATICA, do que de um barrigudo com Doutorado que se acha o dono da verdade.

    Vejo testes de BCAA por exemplo, onde pegam como grupo de controle pessoas de 120kgs de massa muscular, ou utilização de Creatina, quem garante que realmente são 5gramas por dia o maximo a ser absorvido? Levaram em conta o quanto o cidadão ja adquiriu com a alimentação normal, ou o peso dele?? CLARO QUE NAO !

    Chego em sala de aula e a primeira coisa que o professor diz é: Vocês vão estudar aos sabados, caso contrário certamente vão pegar DP.
    OK, estudar teoria, todos vão ficar gordos, flacidos e fracos, não terão tempo de por na pratica se realmente a teoria aprendida se faz verdadeira ou não. Vejo muito mimimi, muita teoria, mas se hoje eu for treinar um FLY e pedir ajuda de alguem pra me dar um halter de 42kg, 90% da SALA NAO TIRA O HALTER NEM DO CHÃO !!

    A CULPA DE NÃO SE LEVAR A SÉRIO OS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FISICA, É HOJE DOS PROFESSORES QUE ESTÃO FORMANDO MAL SEUS ALUNOS.

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    1. 12.1

      João Moura

      Muito obrigado por tua participação e opinião qualificada Rodrigo eu, particularmente, defendo, defendi e acredito que sempre defenderei a associação de teoria com prática, no meu entendimento uma sem a outra torna o conhecimento limitado. Por isso, peço sempre aos meus alunos que pratiquem a modalidade e façam treinamentos para poder, além de dominar o conhecimento teórico, também conhecer aquele processo de treino na prática.
      Quando falamos por exemplo de lactato, entendo que além de conhecer que essa substância é subproduto metabólico da degradação anaeróbia da glicose quando usada como fonte de energia para o exercício, por exemplo, também tenha sentido no corpo a dor de ardência e a perda de performance que essa substância produz, ou seja, união de teoria com prática. E para não ficar só no discurso teórico, eu faço isso praticamente todo o dia.

      Obrigado pela participação.

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      1. 12.1.1

        roney

        Eu concordo que a teoria tem que estar junto da prática, principalmente por existirem diversos biotipos, mas vou ser sincero, eu malho a mais de 10 anos, se eu chegar numa academia e ver um instrutor magro demais ou gordo demais, não darei credibilidade ao oque ele fala.

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        1. 12.1.1.1

          Ricardo de Amorim

          Roney. Esse tipo de questão gera muitas discussões. Principalmente dentro do Curso de Educação Física. Eu (Ricardo) que agora faço parte do Treino em FOCO também não sou nenhum “marombado”. Sou magro tanto com o Profº João e o Profº Jefferson. Meu ponto de vista é que devemos respeitar a decisão das pessoas, citando nós mesmo como exemplo. O Profº João já explicou os motivos de porque ele não é “marombeiro”. O Profº Jefferson possui características morfológicas que não favorecem um grande “crescimento” por assim dizer. Eu também me enquadro no mesmo perfil que o Profº Jefferson.

          Eu (pelo menos, minha opnião) é que o profissional que atua na área do treinamento físico, no treinamento resistido (musculção), bem como em outros setores de atuação nesse segmento devem ao menos manter uma boa estética corporal e saúde. Esse profissional não precisa ser nenhum “gigante” mas deve ao menos manter uma boa condição física.

          As pessoas precisam deixar o preconceito de lado, o preconceito de quem só é grande “entende do assunto”.

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  8. 11

    Antônio Almeida

    Concordo plenamente com seu texto prof. João. Sou formado em fisioterapia e recentemente terminei meu mestrado vinculado a um departamento de educação física, e inúmeras vezes meus colegas e eu conversamos sobre a disponibilidade e visibilidade do conhecimento produzido na universidade para a sociedade. Seja pelas exigências feitas pela CAPES e outros órgãos de fomento, a verdade é que muito pouco do que se produz realmente chega aos maiores interessados. Concordo que não é hora de apontar culpados, pois isso é fruto de todo um sistema mal elaborado de avaliação e exigências de docentes e pesquisadores. Mas levantar a bola e trazer para a discussão é totalmente válido, pois da mesma forma que informações errôneas são perpetuadas na rede, a mesma tem o poder de disseminar informações verdadeiras e despertar a curiosidade e senso crítico! Parabéns pelo texto.

    Reply
    1. 11.1

      João Moura

      Obrigado Antônio, precisamos urgentemente trazer informações científicas traduzidas para a população em geral. Estamos todos juntos nessa empreitada. Grande abraço.

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  9. 10

    José Isídio

    Infelizmente, a questão da saúde, que na minha opinião é a primeira grande prioridade do exercício físico, foi ultrapassada pela “necessidade” da estética e do sexo fácil. Sou recém formado no curso de bacharelado de educação física, trabalho há dois anos no ramo das academias, e infelizmente não é difícil encontrar “profissionais” na nossa área que se apegam as fórmulas mágicas que são oferecidas pela mídia. Estes repassam para os alunos de maneira equivocada. Me assusta ao ver que pessoas muitas vezes apenas simpáticas e populares, com padrões estéticos conseguem persuadir com ou sem nenhum argumento os alunos. Na minha opinião, sim, os profissionais são culpados, o curso de educação física ainda é visto como “os caras que só vão jogar bola na faculdade”. Já presenciei por exemplo professores dizendo a seus alunos “tem dinheiro para comprar suplementos, porque só vai crescer com o suplemento!” ou então “Faça até sentir muita dor, porque isso é o que faz funcionar!” Sinceramente isso me assusta. Tentar convencer os alunos que cada um possui um limite fisiológico e que isso precisa ser respeitado fica complicado. Pois enquanto vai existir dois ou três, que pelo menos leram alguma coisa a respeito, vão existir quarenta ou cinquenta que vão pelo lado mais fácil, sem muitas explicações (leia-se estudos). Sim, os profissionais são culpados, pois se a população leiga tem um percepção errada do exercício, alguém a orientou assim, e esse alguém é quem esta na sala de musculação ou em outro ambiente qualquer.

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  10. 9

    Fábio Della Torre

    João Moura, parabéns! Estou adorando o site!

    Sei que não é isso, mas sempre me perguntei: o CREF avalia os professores licenciados pelo conselho periódicamente ou basta pagar? Nunca se preocuparam com a qualidade dos serviços prestados por seus “profissionais”, por quê então esses “profissionais” se preocupariam em prestar serviços adequados, alertar seus clientes e a população em geral dos riscos da internet e outros? Por esses e outros motivos vemos nossa classe trabalhadora sendo motivo de piadas de comediantes.
    Creio que dessa forma nunca seremos levados a sério. Desculpem falar, mas, para mim, o CREF foi criado apenas para leigos, principalmente técnicos de futebol(ex atletas) continuarem atuando em seus bem remunerados empregos.

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    1. 9.1

      João Moura

      ok Fábio, todos os nossos colegas, concordando ou não com a tua opinião, deve refletir sobre o assunto e analisar teus argumentos. Precisamos urgentemente é melhorar e qualificar nossa área.

      abraço e obrigado pela manifestação.

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  11. 8

    Rafael Cardoso

    Excelente texto. Falou o que muito queria falar. Precisamos de pessoas competentes e que não pensam em si próprio e os mesmo não têm medo de conhecimento. O que vejo são profissionais com o velho “achismo” ultrapassado e nada de se atualizar. O conhecimento é constante e diário.

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  12. 7

    Junior Marques

    Estou no ultimo semestre da graduação em Educação Física Bacharelado e ainda tenho um longo caminho a percorrer em busca de conhecimento. Desde que descobri esse site, os textos publicados tem sido uma fonte inesgotável de sabedoria para mim. Acredito que o melhor caminho é a busca incessante do saber, seja do ponto de vista teórico ou do ponto de vista pratico, afinal a nossa área precisa de atualização constante e não existe “receita de Bolo” que funcione para todas as situações.
    Abraços.

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    1. 7.1

      João Moura

      Perfeito Junior Marques, grande abraço.

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  13. 6

    THIAGO FERNANDES

    Parabéns pelo trabalho. Acompanho as postagens e todas preparadas com muita qualidade.
    Excelente as colocações no texto. Penso, que se todos fossem críticos assim, a profissão teria um olhar mais sério e respeitoso. Os profissionais não saem preparados e muitas vezes não se atualizam. A saúde não é uma ciência exata, por isso é que devemos buscar atualização e relevar muita coisa.
    Grande abraço!

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  14. 4

    EUGENIO DEBONI

    PARABÉNS, TEXTO EXTRAORDINÁRIO E QUE NOS QUESTIONA DE FATO. QUE ESTAS QUESTÕES FIQUEM MARTELANDO TODO DIA EM NOSSAS CABEÇAS, PARA SEMPRE NOS MANTER VIGILANTES.
    FTE ABRAÇO

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    1. 4.1

      João Moura

      Obrigado “Tico”, acredito que devemos estar sempre repensando nosso trabalho e buscando formas cada vez mais eficientes de promovermos saúde, qualidade de vida e estética (por que não?) aos nossos clientes.
      Obrigado pela participação e grande abraço.

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  15. 3

    Rodrigo Otávio Mendes

    Concordo com o professor João na maioria das suas colocações. Sou um defensor do pragmatismo onde as idéias somente são instrumentos de ação se produzirem efeitos práticos. O doutor ou PHD que nunca frequentou com assiduidade uma academia acaba ficando desprestigiado em decorrência disso.

    Reply
    1. 3.1

      Tiago gazaniga dos Santos

      Também concordo com o professor Rodrigo, porém, nem sempre o problema vem do professor, que com conhecimento teórico e prático, acaba oprimido na sua área de trabalho por diversas questões como, demanda excessiva de clientes, falsas promessas e orientações lançadas pelas próprias academias de baixo nível, que desejam apenas o lucro imediato (lançar os alunos em várias aulas de ginásticas fazendo-os acreditar que alcançará o resultado de forma rápida), ofertas de suplementos com promessas de resultados milagrosas opondo-se a diversas questões, como a individualidade biológica. Acredito que existe uma série de fatores intervenientes que prejudicam o trabalho do profissional de educação física. Mas também acredito que há muitas pessoas que apenas levam nossa profissão a falência, pessoas que não são capazes de atuar dentro de uma ginásio de musculação, também acredito que somente a prática e a teoria levam a perfeição.

      Reply
      1. 3.1.1

        João Moura

        tiago, falaste algo importante… a associação entre teoria e prática. Só a fusão entre os dois conhecimentos é que permitem excelência no trabalho. Assim, nem muito doutor e nem muito marombeiro. Ou muito doutor e muito marombeiro mas com união de conhecimentos.
        Abraço e obrigado por participar.

        Reply
  16. 2

    Rodrigo Otávio Mendes

    Concordo com o professor João na maioria das suas colocações. Sou um defensor do pragmatismo onde as idéias somente são instrumentos de ação se produzirem efeitos práticos. O doutor ou PHD que nunca frequentou com assiduidade uma academia acaba ficando desprestigiado em decorrência disso.

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    1. 2.1

      João Moura

      Perfeito Rodrigo, o que colocaste vai ao encontro do que comentei acima. Obrigado pela participação

      Reply
  17. 1

    Max

    Professor, creio que seria muito útil se fosse dito então quais são estes erros e como corrigí-los. Apenas dizer que há muita bobagem sendo espalhada pela internet como vírus não vai ajudar muito.

    É só uma sugestão.

    Grato.

    Reply
    1. 1.1

      Jefferson Sousa

      Olá Max, a intenção não é dizer quem está certo e quem está errado. A intenção é levantar este debate para que as partes (Profissionais, Acadêmicos e Praticantes) possam refletir sobre o que está acontecendo e levantar suas próprias conclusões ou ajudar no diálogo deste tema. O problema maior é que culturalmente a população é levada a acreditar muito mais na imagem do que no conteúdo. Acredita-se muito no que alguém grande e forte diz, pois o pensamento é que pra ele ficar daquele tamanho ele sabe tudo que fez, e sabe de tudo que está falando. Mas muitas vezes, faltam conhecimentos de base pra poder orientar a prática de outra pessoa. A maioria passa o que deu certo PRA ELA, sem levar em consideração a individualidade biológica, e como não é obrigação da população saber que isto tem que ser levado em conta, abre-se a possibilidade do erro estar ocorrendo nos profissionais de Educação Física que estão no mercado e não tem embasamento para se firmar como profissional e continua no famoso 3 de 15 pro idoso que quer diminuir os riscos de lesão, pra mulher que quer perder gordura e pro adolescente que quer hipertrofiar.

      A ideia é levantar a discussão, até mesmo porque o que na minha concepção é o erro, pode não ser pra você ou pra outra pessoa. O que não se pode é deixar considerar este possível problema.

      Forte Abraço

      Reply

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