Você já OUVIU FALAR de área gorda e área magra de braço e coxa?
Posso MONITORAR as modificações ao longo do treinamento por estas duas variáveis?
Conseguirei analisar as MODIFICAÇÕES MORFOLÓGICAS através da area GORDA e MAGRA dos seguimentos?
Será, que posso usar essas áreas, para realizar o MONITORAMENTO de um fisiculturista? Como devo utilizar com o meu cliente na ACADEMIA?

Posso realizar o ACOMPANHAMENTO de um treinamento, com o MONITORAMENTO de ÁREAS SEGMENTARES?

Bem pessoal, pode parecer ESTRANHO para quem não está habituado com estes MONITORAMENTOS MORFOLÓGICOS, porém, seguindo nossas análises com o fisiculturista Henrique, com o braço e coxa relaxados, realizamos um CORTE TRANSVERSAL, a intensão é que o corte seja perpendicular ao eixo longitudinal, e a partir disso analisaremos as ESTRUTURAS INTERNAS do atleta.

Para a análise das estruturas internas precisaremos do PERÍMETRO RELAXADO do braço e da DOBRA CUTÂNEA tricipital. Já no segmento COXA, precisaremos do PERÍMETRO MEDIAL e da DOBRA CUTÂNEA também da coxa medial, então, através de quatro medidas, dois perímetros e duas dobras cutâneas, teremos total condições de REALIZAR os CÁLCULOS e gerar as análises que apresentaremos. Na ÚLTIMA vídeo aula, foi mostrado para vocês, SEGUIDORES do treino em foco, que com a fita métrica conseguimos realizar a medida do PERÍMETRO TOTAL, e temos condições de realizar cálculos para identificar o PERÍMETRO MAGRO.

Hoje veremos que temos a condição, não só de calcular os perímetros, mas também a condição de analisar a ÁREA MAGRA DO SEGMENTO. Normalmente as áreas são calculadas em cm², porém se entregarmos para nosso cliente os valores em cm², ele terá certa DIFICULDADE para ENTENDER os resultados, agora podemos calcular tanto a ÁREA MAGRA como o ANEL DE GORDURA que se localiza, entre a área magra e o perímetro total do segmento. Devemos RACIOCINAR que a área total é 100% do seguimento, ela pode ser dividida em uma ÁREA MAGRA, e o restante em tecido adiposo ou TECIDO GORDUROSO do seguimento, lembrando que podemos chegar a estes valores realizando cálculos matemáticos.

A partir disso teremos os valores percentílicos das áreas. O fisiculturista Henrique, em sua PRIMEIRA avaliação no segmento BRAÇO, apresentou 6,9% de gordura na área total do braço, em sua SEGUNDA avaliação apresentou 5,6% de gordura na área total do braço, já em sua ÚLTIMA avaliação 4,1% de gordura na área total do BRAÇO, podendo observar um COMPORTAMENTO DESCENDENTE, ou diminuição do teor de gordura. Já no segmento COXA, o atleta apresentou em sua PRIMEIRA avalição 7,2% de gordura na área total da coxa, em sua SEGUNDA avaliação 4,7% de gordura, e na TERCEIRA obeteve o valor de 3,8% de gordura na aréa total da coxa, podendo observar também um COMPORTAMENTO DESCENDENTE.

Na análise da ÁREA MAGRA do segmento braço, em sua PRIMEIRA avaliação o fisiculturista Henrique apresentou 93,1% da área total do braço de área magra, na SEGUNDA avaliação 94,4% de área magra, e na TERCEIRA avaliação 95,9% da área total do braço de área magra, portanto podemos observar um comportamento ASCENDENTE. E por fim no segmento COXA, apresentou em sua PRIMEIRA avaliação, 92,8% da área total da coxa de área magra, na SEGUNDA houve um aumento para 95,3% de área magra da coxa e na ÚLTIMA avaliação 96,2% da área total da coxa, sendo área magra, concluindo que também ocorreu um COMPORTAMENTO ASCENDENTE.

Então, SEGUIDOR do TREINO EM FOCO, acompanhe a vídeo aula de hoje, e APRENDA como utilizar essa ESTRATÉGIA para analisar e monitorar a EVOLUÇÃO MORFOLÓGICA.